Como benchmarking interfere no sucesso empresarial?

Como o benchmarking interfere no sucesso empresarial?

O termo é conhecido há algum tempo, mas somente algumas empresas entendem bem o conceito de benchmarking e o utilizam em seu dia a dia.

(por Patrícia Maciel e Rodrigo Volponi)

benchmarking

Atualmente, um dos preceitos para obter sucesso na gestão empresarial é a busca pela melhoria contínua. As organizações precisam estar sempre revisitando seus processos, serviços, produtos e demais fatores estratégicos. Manter o olhar atento para o constante aprimoramento garante a eficácia organizacional e auxilia a atingir os resultados.

Uma maneira de atuar nesse sentido é comparar processos e recursos existentes em empresas líderes do mercado ou que são referência nos produtos e serviços ofertados. A comparação pode ser dividida entre: competitivo (empresas do mesmo segmento), interno (verificando praticas dentro da própria companhia), funcional (ramos distintos de mercado, mas com processos semelhantes) e genérico (quando a analise está voltada para técnicas aplicáveis em qualquer organização). Em outras palavras, trata-se da busca por boas práticas visando mais eficiência.

Tal busca é conhecida como benchmarking e deve ser realizada de forma sistemática e constante. Quando efetivada corretamente, os benefícios para a organização são diversos: desde ampliar as perspectivas da organização, expondo os colaboradores e corpo diretivo a novas ideias, até uma possível redução de custo em alguns processos internos.

Pelas raízes linguísticas da palavra, o termo designava uma marca feita como referência em uma rocha a fim de determinar posição ou altitude. Pensando nesse conceito, a Xerox foi a primeira empresa a empregar o método a fim de enfrentar a acirrada competição japonesa dos anos 70[1] .

Desde então, diversas companhias passaram a implantar essa ferramenta em suas estratégias. Para obter êxito nesse processo é necessário, no primeiro momento, diagnosticar as áreas que precisam rever seu desempenho. Após essa definição, as etapas do benchmarking são[2]: planejamento, análise, integração e maturidade.

Na etapa de planejamento, são traçadas as referências e os métodos de coletar os dados delas. Na análise há a determinação da falha de desempenho e a projeção de futuros níveis de desempenho. Durante a integração são comunicadas as descobertas dessa coleta de informações e são estabelecidas as metas e planos para atingí-las. Já na fase da ação, os planos são executados, mensurados e ajustados. Por fim, na maturidade, a ideia é que a empresa tenha atingido a posição de liderança e que suas práticas estejam alinhadas aos processos definidos. Esses processos, por sua vez, devem ser analisados periodicamente, completando o ciclo do benchmarking.

Focar nesse processo gerencial e realizá-lo constantemente, com uma coleta e análise cuidadosa dos dados de tudo que há de melhor no mercado irá nortear – de maneira embasada – as decisões estratégias e aprimorará os processos internos significativamente. Os gestores devem ser capazes de adaptar as informações adquiridas para a sua realidade e, partir das melhorias, traçar projeções e metas para o futuro da empresa. Esse cuidado que irá auxiliar o sucesso gerencial. Agora pare e pense por um momento, quais são as empresas que são seu benchmarking, geralmente as duas primeiras que você lembrar de memória são as que a sua empresa deve se espelhar.

Precisa de ajuda? Fale com a Patrícia Maciel (patricia@facta.net.br) ou o Rodrigo Volponi (rodrigo@facta.net.br) especialistas em Marketing e Sales do Grupo Facta.

[1] Fonte: http://www.coladaweb.com/administracao/benchmarking
[2] De acordo com Robert C. Camp – in Benchmarking – O caminho da Qualidade Total.

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Posted on 16 de agosto de 2016 in Aprendizado

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